terça-feira, 22 de junho de 2010
O Amor sabe de tudo.
O Amor entende tudo. Inclusive que a gente não entende nada. Mas nem por isso Ele desiste, nos mostra todos os dias que longe dele tudo é raso e desolador. A cabeça não suporta. Há uma voz que canta, dança e faz requebradinha, até que a loucura nos ampare em seus braços. Eu escolho amar. Se eu tivesse mais alma pra dar, já não seria minha. O Amor bem sabe.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Ninguém morre de saudade. Eu acho.
Eu não sei o que deu nele, foi muito esquisito. Ficou agitado, pensativo, meio bobo, até. Pelo o amor de Deus, não era pra tanto. A culpa não é só minha, deve ter mais coisas envolvidas - imaginei. Pior que não. Confesso que fiquei preocupada. Sempre fico amofinada quando deixo alguém mal. Meu papel não é levar angústia para ninguém, muito pelo contrário. Às vezes, eu sou até benquista, me chamam de “coisas do Amor”. E pensar que ela ficou longe só três dias. Bem, eu não posso fazer nada, quando me chamam, geralmente aos gritos, eu apareço. Saudade é assim, fazer o quê? De uma coisa eu tenho certeza: enquanto ele respirar, qualquer tempo longe dela, por menor que seja, vai ser sempre de matar.
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